SEJAM BEM VINDOS!

Povo de Deus, este Blog tem a intencão de divulgar a devoção a Nossa Senhora da Rosa Mística. Que Maria abençoe a todos com suas graças e muitos dons para podermos evangelizar e colocar no caminho da salvação nossos irmãos queridos.

segunda-feira, 24 de junho de 2013

20 de junho

Ouvi, Senhor, a voz do meu apelo: tende compaixão de mim e atendei-me; vós sois meu protetor: não me deixeis; não me abandoneis, ó Deus, meu salvador! (Sl 26,7.9).

Oferecimento do dia
Deus, nosso Pai, eu te ofereço todo o dia de hoje: minhas orações e obras, meus pensamentos e palavras, minhas alegrias e sofrimentos, em reparação de nossas ofensas, em união com o Coração de teu Filho Jesus, que continua a oferecer-se a Ti, na Eucaristia, pela salvação do mundo. Que o Espírito Santo, que guiou a Jesus, seja meu guia e meu amparo neste dia, para que eu possa ser testemunha do teu amor.

Com Maria, Mãe de Jesus e da Igreja, rezo especialmente pelas intenções do Santo Padre para este mês e também em reparação ao Santíssimo Sacramento.

Oração do dia
Ó Deus, força daqueles que esperam em vós, sede favorável ao nosso apelo e, como nada podemos em nossa fraqueza, dai-nos sempre o socorro da vossa graça, para que possamos querer e agir conforme vossa vontade, seguindo os vossos mandamentos. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.

Do Tratado sobre a Oração do Senhor, de São Cipriano, bispo e mártir

E perdoai as nossas dívidas, assim como nós perdoamos aos nossos devedores. Depois do pão, pedimos o perdão dos pecados.
     Quão necessária, providencial e salvadora a advertência de sermos pecadores, e obrigados a rogar a Deus pelos pecados! Porque, quando recorre à indulgência de Deus, a alma se lembra de sua condição. Para que ninguém esteja contente consigo, como se fosse inocente e pela soberba se perca mais completamente, quando se lhe ordena pedir todos os dias perdão pelos pecados, cada um toma consciência de que diariamente peca.
       Assim também João, em sua carta, nos adverte: Se dissermos que não temos pecado, enganamo-nos a nós mesmos e a verdade não estará em nós. Se porém confessarmos nossas culpas, o Senhor, justo e fiel, perdoar-nos-á os pecados. Em sua carta reuniu as duas coisas: o dever de rogar pelos pecados e, rogando, suplicar a indulgência. Por isso diz que o Senhor é fiel, mantendo a sua promessa de perdoar as culpas, pois quem nos ensinou a orar por nossas dívidas e pecados também prometeu, logo em seguida, a misericórdia paterna e o perdão
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quinta-feira, 20 de junho de 2013

O Tratado da Verdadeira Devoção a Maria (109-110)


4. A Verdadeira Devoção é Constante

109. Em quarto lugar, a Devoção Verdadeira é constante. Fortalece a alma no bem, levando-a a não abandonar com facilidade os seus exercícios de devoção. Torna-a corajosa em opor-se ao mundo com as suas modas e máximas; à carne com seus aborrecimentos e paixões; e ao demônio com suas tentações. De modo que uma pessoa verdadeiramente devota da Santíssima Virgem não é volúvel, melancólica, escrupulosa nem receosa. Não quer isto dizer que não caia, ou que não mude algumas vezes na sensibilidade da sua devoção. Mas se cai, estende a mão à sua boa Mãe e levanta-se. Se perde o gosto e a devoção sensível, não se perturba, porque o justo e fiel servo de Maria vive da fé em Jesus e Maria, e não dos
sentimentos do corpo (Hb 10, 38). Essa Devoção faz com que a alma recorra à Santíssima Virgem em todas as suas necessidades, corporais e espirituais, com muita simplicidade, confiança e ternura, e peça ajuda a Ela como à sua Verdadeira e Boa Mãe.
 
5. A Verdadeira Devoção é Desinteressada

110. Finalmente, a Verdadeira Devoção à Santíssima Virgem é desinteressada, pois inspira à alma que não se busque a si mesma, mas só a Deus em sua Santa Mãe. O verdadeiro devoto de Maria não serve esta augusta Rainha por espírito de lucro ou de interesse, mas unicamente porque Ela merece ser servida, e Deus n'Ela. Não ama Maria propriamente porque recebe ou espera d'Ela algum bem, mas sim porque Ela é amável. É por isso que a ama e serve tão fielmente nos desgostos e securas como nas doçuras e no fervor sensível. Ama-a tanto no Calvário como nas bodas de Caná. Oh! Como é agradável e preciosa aos olhos de Deus e de sua Santa Mãe
uma tal alma, que não se busca a si mesma nos serviços que lhe presta! Mas como é raro encontrá-la presentemente! Foi com o intuito de que não seja tão rara que peguei na pena e escrevi o que tenho ensinado com fruto, em público e em particular, nas minhas missões, durante muitos anos.

quarta-feira, 19 de junho de 2013

O Tratado da Verdadeira Devoção a Maria (104-108)

Guardemo-nos das falsas devoções

104. Evitemos, portanto, pertencer ao número dos devotos críticos, que não acreditam em nada e criticam tudo; dos devotos escrupulosos, que temem ser demasiado devotos da Santíssima Virgem, por respeito para com Jesus Cristo; dos devotos exteriores, que fazem consistir toda a sua devoção em práticas externas; dos devotos presunçosos, que, ao abrigo da sua falsa devoção à Santíssima Virgem, apodrecem nos seus pecados; dos devotos inconstantes que, por leviandade, variam as suas práticas de devoção, ou as deixam completamente à menor tentação; dos devotos hipócritas, que entram em confrarias e usam as insígnias da Virgem a fim de se passar por bons, e finalmente, dos devotos interesseiros, que só recorrem à Santíssima Virgem para ser livres dos males do corpo, ou obter bens temporais.
 
II. A Verdadeira Devoção à Santíssima Virgem

105. Depois de termos posto a descoberto e condenado as falsas devoções à Santíssima Virgem, é necessário estabelecer em poucas palavras a verdadeira, que é:
1. Interior;
2. Terna;
3. Santa;
4. Constante;
5. Desinteressada.

1. A Verdadeira Devoção é Interior

106. A Verdadeira Devoção à Santíssima Virgem é, em primeiro lugar, interior, quer dizer, parte do espírito e do coração; provém da estima que se tem à Santíssima Virgem, da alta idéia que se forma das suas grandezas e do amor que se lhe consagra.

 2. A Verdadeira Devoção é Terna

107. Em segundo lugar, é terna, isto é, cheia de confiança na Virgem Santíssima, como é a dum filho na sua boa mãe. Faz com que uma alma recorra a Maria em todas as necessidades do corpo e do espírito, com muita simplicidade, confiança e ternura. A alma implora o auxílio desta terna Mãe em todo o tempo, lugar e circunstância: nas dúvidas, para ser esclarecida; nos desvios, para ser reencaminhada; nas tentações, para ser sustentada; nas fraquezas, para ser fortificada; nas quedas, para ser reerguida; nos desânimos, para ser encorajada; nos escrúpulos, para ser livre deles; nas cruzes, trabalhos e revezes da vida, para ser consolada. Numa palavra, em todos os males físicos ou espirituais, Maria é o seu socorro habitual, não receando ela importunar esta boa Mãe, nem desagradar a Jesus Cristo.

3. A Verdadeira Devoção é Santa

108. A Verdadeira Devoção à Santíssima Virgem é Santa, isto é, leva a alma a evitar o pecado e a imitar as virtudes de Maria, particularmente a sua profunda humildade, a sua fé viva, a sua obediência cega, a sua contínua oração, a sua mortificação universal, a sua pureza divina, a sua ardente caridade, a sua paciência heróica, a sua doçura angélica e a sua sabedoria divina. Estas são as dez principais virtudes da Santíssima Virgem.

19 de junho

Ouvi, Senhor, a voz do meu apelo: tende compaixão de mim e atendei-me; vós sois meu protetor: não me deixeis; não me abandoneis, ó Deus, meu salvador! (Sl 26,7.9).

Oferecimento do dia
Deus, nosso Pai, eu te ofereço todo o dia de hoje: minhas orações e obras, meus pensamentos e palavras, minhas alegrias e sofrimentos, em reparação de nossas ofensas, em união com o Coração de teu Filho Jesus, que continua a oferecer-se a Ti, na Eucaristia, pela salvação do mundo. Que o Espírito Santo, que guiou a Jesus, seja meu guia e meu amparo neste dia, para que eu possa ser testemunha do teu amor.

Com Maria, Mãe de Jesus e da Igreja, rezo especialmente pelas intenções do Santo Padre para este mês e também pelas vocações sacerdotais.

Oração do dia
Ó Deus, força daqueles que esperam em vós, sede favorável ao nosso apelo e, como nada podemos em nossa fraqueza, dai-nos sempre o socorro da vossa graça, para que possamos querer e agir conforme vossa vontade, seguindo os vossos mandamentos. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.

Do Tratado sobre a Oração do Senhor, de São Cipriano, bispo e mártir

Venha a nós o vosso reino. Pedimos que o reino de Deus se torne presente a nós, da mesma forma que solicitamos seja em nós santificado o seu nome. Porque, quando é que Deus não reina? Ou quando para ele começou o reino que sempre existiu e nunca deixará de ser? Pedimos a vinda de nosso reino, prometido por Deus e adquirido pelo sangue e paixão de Cristo, a fim de que nós que fomos, outrora, escravos do mundo, reinemos depois, conforme ele nos anunciou, pelo Cristo glorioso, ao dizer: Vinde, benditos de meu Pai, tomai posse do reino que vos está preparado desde a origem do mundo.

Pode-se igualmente, irmãos diletíssimos, entender que o próprio Cristo é o reino de Deus, cuja vinda pedimos todos os dias. Estamos ansiosos por ver esta vinda o mais depressa possível. Sendo ele a ressurreição, pois nele ressurgimos, assim também se pode pensar que ele é o reino de Deus, pois nele reinaremos. Pedimos, é claro, o reino de Deus, o reino celeste, já que há um reino terrestre. Mas quem já renunciou ao mundo está acima desse reino terrestre e de suas honrarias.

Acrescentamos ainda: Seja feita a vossa vontade assim na terra como no céu. Não para que Deus faça o que quer, mas para que possamos fazer o que Deus quer.

Pois quem impedirá a Deus de fazer tudo quanto quiser? Mas porque o diabo se opõe a que nossa vontade e ações em tudo obedeçam a Deus, oramos e pedimos que se faça em nós a vontade de Deus. Que se faça em nós é obra da vontade de Deus, isto é, resultado de seu auxílio e proteção, porque ninguém é forte por suas próprias forças
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terça-feira, 18 de junho de 2013

O Tratado da Verdadeira Devoção a Maria (103)

7. Os devotos interesseiros

 
103. Os devotos interesseiros só recorrem à Santíssima Virgem para ganhar algum processo, para evitar algum perigo, para obter a cura de alguma doença, ou para qualquer outra necessidade deste  gênero, sem o que a esqueceriam. Uns e outros são falsos devotos, e não têm aceitação diante de Deus nem de sua Santa Mãe.